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sábado, 28 de novembro de 2009

Entrevista à escritora Esther Tusquets

Da experiência dela respigo: «De início, nós não sabíamos nada do mundo editorial. Partimos do zero. E fomos aprendendo pouco a pouco. Mas ser editor é uma profissão perigosa» Porquê? «Porque cria uma dependência estranha, uma espécie de vício. E depois ...é preciso estar atento aos golpes da sorte, para não os deixar escapar. A nós (ela refere-se à editora Lumen), aconteceu-nos duas vezes: com a Mafalda, do Quino, e com o Umberto Eco. Os dois chegaram de Carlos Barral, que não os quis. O Carlos era muito amigo do Eco, mas como tinha imensos livros para publicar naquele ano passou-nos o "Apocalípticos e Integrados", que funcionou logo muito bem. Quando mais tarde chegou "O Nome da Rosa", vendemos milhões de exemplares».

Pois é... muita coisa interessante nesta entrevista duma mulher de mais de setenta anos, quarenta dos quais gastou como editora: Aprender com a experiência, insistir em editar e esperar que um ou dois autores façam muito sucesso!

Artigo completo aqui.

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